quarta-feira, 17 de junho de 2026

Regresso a Marco de Canaveses 🇵🇹

Já vos mostrei alguns olhares do evento que se realizou nesta localidade portuguesa! O tema era "Abraços" e o crochet foi a obra de arte realizada por associações!

Mais um conjunto de olhares dessa visita:


Almoçámos aqui! O anho é famoso mas nem eu, nem a filha apreciamos! Optamos pelo salmão e pela costeleta com salada e batata a murro! Bons petiscos! O café foi acompanhado com um doce da região!



As paredes de pedra salpicadas de moedas despertou a curiosidade! A simpática empregada de mesa deu como sugestão, tentar equilibrar a moeda e fazer um pedido! Desafio aceite com sucesso!




De regresso ao carro... mais olhares "crocheteados":




























Um evento bem colorido! 👏👏👏

terça-feira, 16 de junho de 2026

Carmem de Figueiredo... natural de Miranda do Corvo!

Quando estive em Miranda do Corvo, na Casa das Artes havia uma exposição sobre a vida e obra de uma mulher! Fiquei curiosa e pesquisei:

Carmen de Figueiredo foi uma escritora portuguesa nascida em Miranda do Corvo, a 25 de outubro de 1914. O seu nome verdadeiro era Carmelinda Niolet Moura de Figueiredo, sendo "Carmen de Figueiredo" o pseudónimo literário que adotou. 

Foi uma autora muito prolífica, tendo publicado romances, novelas e contos, além de milhares de textos na imprensa portuguesa. A sua obra destacou-se sobretudo pela atenção às questões sociais, à condição feminina e às desigualdades da sociedade portuguesa do seu tempo. 

 Os seus livros mais conhecidos:

Famintos

 Vinte Anos de Manicómio

Criminosa

Caminho do Calvário

Duas das suas obras, Famintos e Vinte Anos de Manicómio, foram censuradas pela PIDE durante o Estado Novo, algo invulgarmente duro para uma escritora mulher da época!

Em 1954 recebeu o prestigiado Prémio Ricardo Malheiros, atribuído pela Academia das Ciências de Lisboa, pelo romance Criminosa. 

Uma curiosidade interessante é que muitas das suas narrativas foram inspiradas pelas vivências da infância em Miranda do Corvo e pelo mundo rural da região da Serra da Lousã.

Em Miranda do Corvo, a sua memória continua a ser valorizada. Em 2024, o município assinalou os 110 anos do seu nascimento com a exibição de um documentário dedicado à sua vida e obra.

É uma figura importante da literatura portuguesa do século XX, embora hoje seja menos conhecida do grande público do que merece.

Eis alguns pormenores da exposição: