terça-feira, 4 de agosto de 2020

Momentos na/da... Arte Xávega!!!

No mês de Julho percorremos
algumas praias pertencentes
ao distrito de Leiria!

Na Costa de Lavos tivemos
a sorte de presenciar o puxar
das redes... com ajuda das máquinas 
e da força dos braços!!!

Comigo... vieram estes olhares
onde os homens do mar... são
"as personagens principais" :


O puxar da rede é sempre
um trabalho que requer
habilidade e conhecimento! 

É um trabalho de equipa
coordenado com mestria:


















São momentos que proporcionam
olhares bem interessantes!!!

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Praia da Rocha... em Portimão!

Gosto muito de a revisitar 
a cada verão e desta vez, 
para mostrar a gente amiga!

Comigo vieram estes olhares:

















Gosto muito deste extenso areal
e das rochas cujas formas
encantam nosso olhar!!!

domingo, 2 de agosto de 2020

Passeio de domingo!!!

Ao domingo... só passeio
durante a manhã!... Gosto
de sair cedo de casa e... à
hora do almoço, já estou em casa!

Hoje foi assim! 
Paragem em Tentúgal... para um café 
no Moinho Novo, do qual já mostrei 
olhares... e nas traseiras, descubro um baloiço:


A segunda paragem foi junto ao forte
na Figueira da Foz... para um esticar
de pernas:






Passamos por Buarcos e seguimos
em direcção à Serra da Boa Viagem:


Há muito que queria conhecer pois
aqui, encontra_se um eléctrico que
viajou de Lisboa até esta bela serra! 








De regresso a Coimbra... e ao passar
em Verride, da qual também já vos
mostrei olhares, encontrei mais um
mural que gostei de ver:




sábado, 1 de agosto de 2020

O marnoto!!!

O Marnoto é o homem responsável
pela extração do sal artesanal 
com a utilização de alfaias de madeira. 


Inicialmente começavam como 
moços e, com experiência,
tornavam-se marnotos
capazes de explorar sozinhos 
uma marinha de sal.

De corpo robusto e bronzeado
pelo sol intenso, 
o Marnoto dedica-se a todas
as atividades que a safra 
exige desde a Primavera 
ao fim do Outono. 


Outrora, vestia em regra 
uma camisa de lã branca, 
um lenço avermelhado ao pescoço, 
calções largos de algodão 
e sem esquecer, à cabeça, 
um chapéu preto.

O seu trabalho é árduo, 
pois encher e remexer 
os tabuleiros com água nova, 
quebrar e puxar o sal e ainda 
carregá-lo em canastras 
pesadas sob a cabeça, 
são tarefas que exigem 
grande esforço físico.

Esta profissão,
que existe desde 959, 
entrou em vias de extinção.



Se outrora, ser marnoto
era uma arte que sustentava
várias famílias e passava
de pais para filhos, 
nos dias de hoje são poucos
os jovens que lhes sucedem.

 Se este era um emprego 
que passava de geração
em geração, 
hoje em dia são poucos
os homens que se mantêm 
ligados a este trabalho sazonal, 
fazendo-o apenas como 
uma tarefa complementar.

Ao, hoje, fraco valor
comercial do sal,
junta-se a cada vez 
mais inconstância das chuvas 
e a grande sazonalidade 
da atividade.


A expansão do mercado 
e a concorrência do sal 
industrializado vieram 
dar menos importância
ao trabalho do Marnoto, 
pelo que, apesar de poucos, 
em Aveiro continua-se a lutar 
para que esta profissão não morra.
(informação retirada da Internet) 

Nós... encontrámos o "marnoto" 
perto da Figueira da Foz, junto ao
Ecomuseu do Sal!!!