... é despertar um conjunto de sensações com tão belos recantos e muita cor espalhadas pela cidade!
Mais um conjunto de olhares:
Irei voltar a Águeda... um dia destes!!!
... é despertar um conjunto de sensações com tão belos recantos e muita cor espalhadas pela cidade!
Mais um conjunto de olhares:
Irei voltar a Águeda... um dia destes!!!
Nunca vi tanto "pato/a" junto! 🫢 na ilha Terceira (Açores)
Descobrimos um pequeno lago e parámos para tirar umas fotos:
Pato selvagem
Era uma vez um bando de patos selvagens que voava nas alturas.
Lá de cima se via muito longe, campos verdes, lagos azuis, montanhas misteriosas e os pores de sol eram maravilhosos. Mas voar nas alturas era cansativo.
Ao final do dia os patos estavam exaustos.
Aconteceu que um dos patos, quando voava nas alturas, olhou para baixo e viu um pequeno sítio, casinha com chaminé, vacas, cavalos, galinhas… e um bando de patos deitados debaixo de uma árvore.
Como pareciam felizes! Não precisavam trabalhar. Havia milho em abundância.
O pato selvagem, cansado, teve inveja deles. Disse adeus aos companheiros, baixou seu voo e juntou-se aos patos domésticos.
Ah! Como era boa a vida, sem precisar fazer força. Ele gostou, fez amizades. O tempo passou. Primavera, verão, outono, inverno…
Chegou de novo o tempo da migração dos patos selvagens. E eles passavam grasnando, nas alturas…
De repente o pato que fora selvagem começou a sentir uma dor no seu coração, uma saudade daquele mundo selvagem e belo, as coisas que ele via e não via mais: os campos, os lagos, as montanhas, os pores de sol.
Aqui em baixo a vida era fácil, mas os horizontes eram tão curtos! Só se via perto!
E a dor foi crescendo no seu peito até que não aguentou mais. Resolveu voltar a juntar-se aos patos selvagens. Abriu suas asas, bateu-as com força, como nos velhos tempos.
Ele queria voar! Mas caiu e quase quebrou o pescoço. Estava pesado demais para o voo. Havia engordado com a boa vida… E assim passou o resto de sua vida, gordo e pesado, olhando para os céus, com nostalgia das alturas…
(Ostra feliz não faz pérola)... Google
Rubem Alves
No mês passado fui a Arcos de Valdevez ver murais de arte urbana e parei em Ponte da Barca para almoçar! Escolhi o restaurante O Moinho 👏
É melhor telefonar a reservar! Esperei meia hora! Gostei do bife (com molho à parte, da próxima vez), do espaço e atendimento e adorei a zona envolvente 👏
Alguns olhares para mais tarde recordar:
Enquanto aguardava a hora de almoço... caminhei junto ao rio Lima, que atravessa a vila de Ponte da Barca.
A vila deve o seu nome à ponte sobre este rio e à barca que outrora fazia a travessia.
Ponte da Barca está situada na margem esquerda do rio Lima e a vila e o município integram a região do Alto Minho.
Uma localidade muito linda que merece ser conhecida! Um dia destes... regresso 👏