Curiosidade:
Em 1974, deu-se a ocupação revolucionária do edifício da Cadeia da Relação. Várias famílias e grupos não familiares procuraram aí abrigo e durante largo tempo o edifício sofreu um desgaste inesperado, degradando-se rapidamente.
Frequentemente, a antiga cadeia da relação foi habitada por outras situações, atualmente é o Centro Português de Fotografia, mantendo a cela onde Camilo esteve preso.
A entrada é gratuita e ontem passei por lá!
No primeiro piso... duas exposições:
Maria Constanza Ferreira é uma artista multimédia venezuelana/portuguesa/americana, com base no Porto.
O seu trabalho investiga a relação entre pessoas e paisagens naturais e culturais, com foco o imperceptível — imagens, objetos, materiais e tradições desconectados do quotidiano ou tão presentes que se tornam invisíveis.
Maria utiliza técnicas usadas no estudo da ciência de imagem para explorar paisagens microscópicas e macroscópicas.
O seu trabalho com cristalografia examina as propriedades autogeradoras de cristais sintéticos e experimenta a interação entre materiais e luz. Ao longo da sua prática, também utiliza a luz como estrutura conceptual para explorar temas mais pessoais relacionados com o espiritualismo e o oculto. O seu trabalho foi exibido internacionalmente em locais como Times Square Midnight Moment, MoMA PS1, o projeto Getty Pacific Standard Time, Festival de Animação MONSTRA, Festival de Cinema Indielisboa, The Exploratorium Museum e CineGlobe do CERN. Ferreira obteve o seu Bacharelato em Belas-Artes na Rhode Island School of Design, em Cinema/Animação/Vídeo.
... continuaremos por aqui!









































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